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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Encontros de Outono 2015 - Os Museus face à crise económica na Cultura - Desafios e Estratégias



No próximo dia 30 de Outubro, o Museu de Penafiel acolhe o encontro internacional "Os museus face à crise económica na Cultura. Desafios e Estratégias" promovido pelo ICOM Portugal.

Estes encontros de Outono são já uma tradição para a comunidade museológica nacional e este ano pretende-se discutir os problemas que os museus encontram em tempo de crise e as formas propostas ou encontradas para ultrapassar os desafios colocados actualmente pela crise económica que atravessamos.

Para esta reflexão foram convidados como oradores Francesc Xavier Roige Ventura (Universidade de Barcelona), Katrin Hieke (ICOM Alemanha), Suzana Menezes (Museu da Chapelaria) e Emanuel Sancho (Museu do Traje de São Brás de Alportel).

Os Encontros de Outono serão encerrados por António Ponte, Director Regional de Cultura do Norte.

O ICOM Portugal convida todos os seus membros e todos os colegas e restantes interessados em discutir este tema a participar nesta iniciativa que organiza com o apoio do Museu e Município de Penafiel. 

A participação é gratuita mas está limitada aos lugares disponíveis no auditório do museu. Para assegurar a participação deverão inscrever-se através do e-mail museu.penafiel@cm-penafiel.pt.

Para mais informações, por favor, consulte AQUI  ou veja o programa AQUI

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

reunião de trabalho traz a S. João da Madeira especialista em Organizações Sociais da Cultura

Amanhã, dia 05 de dezembro, o Museu da Chapelaria promove, em parceria com os Museus de Setúbal, uma reunião de trabalho entre os diretores dos museus da zona norte e centro e Luiz Fernando Mizukami, especialista em património museológico integrado, atualmente, no corpo técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus de São Paulo e na Comissão de Avaliação de Projetos do programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo.

Luiz Mizukami esteve envolvido num processo de reorganização museológica inovador em muitos pontos de vista e que reflete uma nova forma de gestão oriunda da reforma administrativa do Estado.
Intitulado Organizações Sociais de Cultura no Estado de São Paulo, este processo permitiu transformar organizações estatais em organizações de direito privado, mas públicas, e cuja gestão é compartilhada entre o poder público e a sociedade civil através de uma entidade qualificada. 

Em 2005, a Pinacoteca do Estado de São Paulo foi o primeiro museu a adotar este novo processo de gestão e, neste momento, todos os museus da Secretaria de Estado da Cultura encontram-se sob a administração deste novo tipo de gestão. 

Refira-se ainda que esta reunião de trabalho é uma consequência direta das IV Jornadas de Museologia dedicadas às questões da economia criativa, durante as quais foram abordadas várias questões relacionadas com o papel e os modelos de gestão de museus neste novo contexto social e económico que vivemos.



SOBRE LUIZ FERNANDO MIZUKAMI
Graduado em Administração de Empresas pela FGV-SP. Especialista em Psicologia Social das Organizações pelo Instituto Sedes Sapientiae, especialista em direito da cultura, lazer e entretenimento e mestrando do Programa de Pós-graduação Interunidades em Museologia pela Universidade de São Paulo.
Desde 2007 está na Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, actuando na Unidade de Preservação do Património Museológico (UPPM). De 2009 a 2011 foi Diretor do Grupo de Preservação do Património Museológico, área responsável pela gestão e acompanhamento dos museus vinculados à Secretaria de Cultura. Atualmente integra o corpo técnico do Grupo Técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus de São Paulo e a Comissão de Avaliação de Projetos do Programa de Ação Cultural (ProAC) do Estado de São Paulo.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

IV JORNADAS DE MUSEOLOGIA | INSCRIÇÕES ABERTAS


IV JORNADAS DE MUSEOLOGIA
OS MUSEUS NA ERA DA ECONOMIA CRIATIVA

21 e 22 de novembro de 2013 | Auditório do Museu da Chapelaria

Assumindo-se cada vez mais como um fórum de reflexão em torno de questões específicas da museologia e do enquadramento desta disciplina e da própria instituição museu, no quadro social, cultural, económico e criativo das sociedades, estas IV Jornadas serão subordinadas ao tema “Os Museus e a economia criativa”.
É seu objectivo reflectir em torno do lugar dos museus na nova economia criativa e do papel da cultura enquanto catalisadora da criatividade e inovação no contexto local, regional e nacional.


PROGRAMA

21 de Novembro
09h30 | Recepção aos conferencistas e participantes

10h30 | Sessão de abertura
 Presidente da Câmara Municipal de S. João da Madeira

Painel I – Cultura, Criatividade e Economia?
11h00 | Cidade incubadora, José Mendes, Vice-reitor para a Inovação, Universidade do Minho
11h30 | Cultura e Criatividade como pré-requisitos de Inovação, Carlos Martins, Presidente da Direcção da ADDICT
12h00 | Debate

13h00 | ALMOÇO LIVRE

Painel II – Os Museus na Economia Criativa
15h00 | Museus: o colapso do “Estado-Providência” e a emergência da filantropia estratégica, Humberto Rendeiro
15h30 | Da economia criativa à responsabilidade social. A experiência do Museu Nacional do Traje, Clara Vaz Pinto, Museu Nacional do Traje, Lisboa

16h00 | PAUSA

16h30 | Museus e Economia Criativa, Isabel Victor e Maria Miguel Cardoso, Museus Municipais de Setúbal, Setúbal
17h00 | Cultura, criatividade e inovação no contexto do desenvolvimento dos territórios, Suzana Menezes, Divisão de Cultura e Turismo, S. João da Madeira
17h30 | Debate
18h00 | Inauguração da exposição temporária “Os criadores nacionais e os seus chapéus” e porto de honra

22 de Novembro
Painel III – Os museus, as suas coleções e a economia criativa
09h00 | Recepção aos conferencistas e participantes
09h30 | Empreendedorismo Cultural: o Arquivo visto sob o objectivo de incubadora cultural / criativa, Sandra Correia
10h00 | Curadoria, um conceito de partilha, Marzia Bruno, Faculdade de Letras da Universidade do Porto
10h30 | Museus como ícones transformadores do espaço urbano em Belém, Filipa Taborda

11h00 | PAUSA

11h30 | A "Camisola Poveira", uma Marca da Póvoa de Varzim, Deolinda Carneiro, Museu Municipal da Povoa de Varzim, Póvoa de Varzim
12h00 | Criando e contribuindo. Os museus de Guimarães numa Capital de Cultura, Manuel Azevedo Graça, Museu de Alberto Sampaio, Paço dos Duques de Bragança (e Castelo de Guimarães) e Museu de Etnologia do Porto
12h30 | Debate

13h00 | ALMOÇO LIVRE

15h00 | Projecto de narrativas multi-lineares geo-referenciadas. Produção de um documentário ficcionado interactivo em edifícios históricos, Rui Avelans Coelho
15h30 | Suzanne Cotter, Museu de Serralves, Porto

16h00 | Debate e encerramento

17h00 | Visita ao Núcleo de Arte da Oliva e à exposição “Traço Descontínuo: coleção Norlinda e José Lima – Uma Seleção”, comissariada por Miguel Amado


Secretariado das IV Jornadas de Museologia da Chapelaria
Joana Galhano | Rui Maia 

Museu da Chapelaria
Rua Oliveira Júnior, nº 501
3700 S. João da Madeira
Telefone: +351 256 201 680
Fax: + 351 256 201 689
Email: museu.chapelaria@gmail.com

terça-feira, 9 de abril de 2013

A Ronda da Noite ganhou vida e saiu do museu


A campanha de promoção do museu nacional da Holanda, o Rijksmuseum, que reabre no próximo sábado depois de dez anos em obras, passou por um centro comercial em Breda, a 100 quilómetros de Amesterdão, numa performance invulgar. 
Actores e figurantes recriaram a mais famosa das pinturas de Rembrandt van Rijn, A Ronda da Noite, que ocupa um lugar de destaque no museu agora renovado.

Quando soou o alarme no centro comercial, dezenas de clientes assistiram, atónitos, à reconstituição de uma perseguição policial do século XVII, com todos os intervenientes trajados a rigor. Não faltaram, sequer, o capitão Frans Banninck e o seu tenente, nem a menina de cabelos loiros que, no original, Rembrandt mergulha numa luz dourada incrível. E há ainda militares a correr pelos corredores, de lança na mão, homens a descer por cordas e criadas aflitas a perseguir galinhas. 
No fim, o ladrão é apanhado, uma moldura desce do tecto do edifício e o grupo junta-se como na pintura de Rembrandt. A Ronda da Noite nada tem a ver com perseguições policiais, mas aqui o rigor histórico é o que menos interessa. O importante é levar as pessoas ao Rijksmuseum para ver a verdadeira.
Fonte: Público

Veja a notícia na íntegra aqui
Veja o vídeo da campanha de promoção aqui